terça-feira, 23 de junho de 2009

Onipotência e tarefas possíveis

-- A onipotência é contraditória, pois uma das tarefas possíveis que um ser onipotente pode realizar, criar uma pedra que não pode ser movida, implica uma limitação da sua onipotência.
-- Estamos de acordo que x é onipotente se e somente se para todo y, se y é uma tarefa possível, então x pode fazer y?
-- Sim, onipotência é isso.
-- Se uma tarefa y é possível, então há um mundo possivel em que y é feito, certo?
-- Certo.
-- Se esse é um mundo possível, então não há nada nele que seja contraditório, seja uma contradição interna, seja uma contradição entre duas coisas, certo? Caso contrário, será um mundo contraditório e, por isso, impossível.
-- Sim, isso mesmo.
-- Mas um mundo em que houvese uma pedra que não pode ser movida e um ser onipotente não seria um mundo contraditório e, portanto, impossível?
-- Sim, mas o que afirmo ser possível é um ser criar uma pedra que não pode ser movida, ponto. Por que fazer referência ao ser onipotente na investigação sobre se isso é possível?
-- Porque estás atribuindo essa tarefa a ele. Estás dizendo que dentre as tarefas possíveis de um ser onipotente está criar uma pedra que não pode ser movida. Por isso estou examinando se isso é mesmo uma tarefa possível: um ser onipotente criar uma pedra que não pode ser movida. Não nego (nem afirmo) que haja ao menos um mundo possível em que haja um x que criou uma coisa que x não pode mover. O que afirmo é que esse x não poderia ser onipotente.
-- Aha! Então admites que ele não pode fazer algo possível!
-- Claro que não. O que afirmo é que isso que dizes que ele deveria poder fazer, por ser onipotente, não é possível. Ninguém tem o poder limitado por não poder fazer o impossível. Essa é uma limitação da tarefa, não do agente. E que seja uma limitação da tarefa se mostra no fato de o mundo em que ela seria realizada haveria uma coisa que não poderia sofrer uma ação possível e um ser que pode realizar todas as ações possíveis. Se o ser onipotente não pode mover a tal pedra, então ele não é onipotente. Se ele é onipoetente, então essa pedra pode ser movida.
-- Ok, esse é um mundo contraditório. Mas a contradição se deve à natureza contraditória da onipotência.
-- Não, a contradição é a seguinte conjunção: no mundo M há um ser onipotente e no mundo M há uma pedra que não pode ser movida. Nenhuma das afirmações dessa conjunção é, isoladamente, contraditória. Afirmar que um ser onipotente deve poder criar uma pedra que não pode ser movida é afirmar que essa contradição deve ser verdadeira, ou seja, é afirmar que deve ser possível esse mundo contraditório. Mas ele é impossível justamente porque é contraditório. Logo, dizer que se um ser é onipotente, ele pode criar uma pedra que não pode ser movida, implica dizer que se um ser é onipotente ele pode fazer o que não é possível, ou seja, é colocar no escopo do poder de um ser onipotente uma tarefa impossível, com a de desenhar um círculo quadrado.
-- Estás afirmando que o ser onipotente é possível? Parece que sim, pois ficas imaginando mundos possíveis em que ele existe.
-- Não, estou apenas afirmando que a tarefa que supões que ele deveria realizar é impossível. Mas para mostrar isso, tenho que conjecturar sobre os mundos em que ele realizaria essa tarefa. Talvez um mundo em que exista um ser onipotente seja de fato impossível. O ponto é que teu argumento não mostra que ele é impossível. Teu argumento supõe que no escopo da onipotência está uma tarefa impossível e disso conclui que a onipotência é impossível. Mas essa construção do conceito de onipotência é uma petição de princípio.
Meu argumento mostra que um mundo em que houvesse um ser onipotente e uma pedra que não pode ser movida é impossível.
Para evitar mal-entendidos, é melhor descrever as conjecturas sobre esses mundos por meio de condicionais, pois em condicionais não se está afirmando nem o antecedente nem o consequente. Se (note bem, se) o ser onipotente existe em todos os mundos possíveis, então uma pedra que não pode ser movida é impossível, pois ela não existe em nenhum mundo possível em que o ser onipotente existe, ou seja, todos. Se (note bem, se) uma pedra que não pode ser movia é possível, então um ser onipotente não existe no mundo em que essa pedra existe. E se ela existe em todos os mundos possíveis, um ser onipoetente é impossível. A contradição ocorre na conjunção "Há um ser onipotente nos mundos M1, M2,... Mn e há uma pedra que não pode ser movida em ao menos um dos mundos M1, M2,... Mn", mas nenhum dos conjuntados é contraditório, ao menos não por causa do teu argumento. Não é contradit'rio afirmar a existência de um ser onipotente e negar a possibilidade de uma pedra que não pode ser movida. Logo, não é contraditório afirmar a existência de um ser onipotente.
-- Mas o conceito de uma pedra que não pode ser movida não contém nenhuma contradição. Logo, uma pedra que não pode ser movida é possível.
-- Concordo que não há contradição no conceito de uma pedra que não pode ser movida. Mas consistência do conceito não é suficiente para a possibilidade. Para que um mundo (e portanto as coisas nele) seja possível, não pode haver inconsistência entre os conceitos instanciados nesse mundo. Se há algo em todos os mundos possíveis que é inconsistente com uma pedra que não pode ser movida, então uma pedra que não pode ser movida é impossível, mesmo que seu conceito não possua contradição. Resumindo: consistência do conceito não implica possibilidade, mas a inconsistência do conceito implica impossibildade.
-- Ok, teísta, não tenho uma boa réplica.
-- Teísta? De onde concluíste que sou teísta? Por atacar um argumento para provar a inexistência de Deus? Quem ataca um argumento para provar a existência de Deus é ateu? Se fosse, então São Tomás de Aquino seria ateu.
-- Ok, agnóstico.
-- Não, não, isso também não podes concluir. O que não percebes é que não estou discutindo se Deus existe ou não. Estou apenas tentando mostrar que teu argumento para mostrar que ele não existe não é bom.
Alexandre N. Machado

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Complexo Vital!!!



As dinastias dos sentimentos se sucumbem em uma esfera peculiar que retrata a hipocrisia reflexa á uma hierarquia de medos e preconceitos orgulhosos em uma infame carência de felicidades, os palmos se escondem para negar o sangue que demonstra em suas linhas de meridianas mortes. O retrato da vida social é escorado em formas instanciais de plágios contextualizados do ver e mover da realidade banal e avulsa dos parâmetros deslumbrantes das paredes imaginárias.A revolta não é um medo com formas obliquas que se da visivelmente na abóbada crucial da alma e sim um retiro do ser palpável para o encontro dos distintos mundos significativo e fictício, sendo prudente a invasão da verdade tendenciosa as lagrimas de representatividade da dor sem a fala perplexa, contínua no encontro do mundo significativo. O alicerce é a mentira do mundo chamado ficção que afaga por um tempo determinado a lucidez do real e impuro veneno entrelaçado nas veias abertas que pulsam o coração de um anonimato “ser” que transgride ao contexto limitado dos sentimentos falsários. O corromper das interligações auditivas fazem com que o tudo fique mais claro ao desprezo do saber racional, dificultando assim o acesso ao respaldo para conhecê-lo do mundo significativo dos outros seres que habitam na mesma órbita celeste, com isto presenciamos um caráter antagônico de repudio no compacto individualista do significar ambulante resquício que podemos assim chamar de mundo. A presença da lucidez no mundo de ficções e facções determina o sentido do termo felicidade, pois a busca é inconstante na orla sentimental a luta de maior Constancia, portanto é o extrair do significativo um prévio deslumbro de uma constante ficção para o tornar da realidade. A vontade de abrir o coração é afagada pelos instintos animais de maior força e brutalidade persistente no mundo significativo que assim bruscamente a vida é tirada pelo o afagar do querer, sentir, tocar que corresponde o mais súbito e transtornado som de uma orquestra silenciosa que expandi o ecoar exprimido em gotas de choro que representa a forma exata do perder os sentidos do amar. A loucura transgride as leis da natureza por que a natureza infelizmente não sabe o que é o repulsar de um contentamento voraz administrado pelo eco do ser coração. Há! Mais o dia que a natureza descobrir, os mundos que se encontram paralelos vão se unir, pois isso será o transcrever das almas que se incendeia com a chama repulsora do prazer que até agora aqui descrevi que é viver intensamente sem retratar-se com o destino. Ou talvez continuar na mesmice dos ensinamentos dos velhos e antiquados senhores da vida e não corromper-se jamais com o complexo vital de tua razão e proeza de um ser inadequado para um sujeito inútil de meros prazeres e sentimentos para com seu mundo continuo. Preferível eu em minha insana e complexa vitalidade e viver coeso do que determinarem o meu espaço e comandarem o que sou e posso fazer, por isso vivo em um Anonimato Complexo Vital...

terça-feira, 9 de junho de 2009

A Cura para Saudade!!!


Qual a vertente que explica a razão dos fatos pela tão falada e expressada saudade?
Hoje me peguei em um devaneio com uma saudade da minha infância... Aquela saudade nem tão forte e nem tão pouca esclarecedora sobre os fatos ocorridos apenas saudades de como nós quando crianças tínhamos regras porem sem exercer pressão do mundo somente dos pais. Há quem diga que nós já somos criados para submetermos a este complexo, digo que não! Só pelo fato de não termos que dar-nos conta de nossas brincadeiras, seja ela esconde-esconde, pega-pega, pé na bola, queimada, futebol de rua, beti’s, guarda-caixão, dia do mês, quina, policia e ladrão, corrida de rolimã, trilha de bike... Nossa entre tantas outras, mas que por fim os nossos pais não centralizavam sobre esta questão de intervir ou perguntar sobre estas brincadeiras que para nós o que importava era planear o que seria feito no outro dia na mesma hora, às vezes um pouco mais cedo para não perdermos tempo o que queríamos mesmo era estar na rua com todos correndo, suando, pulando os muros das casas, rebatendo a bolinha que vinha na direção para acertar a casinha para poder gritar beti's para dois... Enfim tanta outra saudade que me vem com a infância, minha casa era de esquina e nos fundos tinha um muro quebrado que dava a visão de toda rua e logo já se ouvia e via todos que moravam por ali. Mas saudade é algo que por nos deixa inconformado com aquilo que muitas vezes ansiávamos em ser me lembro que em grande maioria dos meus amigos diziam que quando eu crescer eu vou fazer isso e fazer aquilo? Crescemos e percebemos até então que podemos realizar o que desejávamos porem com isso conheceu o que é de fato responsabilidade, vida social, emprego, contas, metas, para alguns uma família... Hoje nos perguntamos por que tudo passou tão de pressa??? Na verdade não passou depressa nós que não aproveitamos o suficiente em vez de ansiar pelo futuro aproveitar o que se estava vivendo, mas sim não nos arrependemos pelo que se foi mais sim pelo que não foi feito..Mas como queria poder brincar de novo sem que as pessoas pré-julgassem o que de fato sou ou até mesmo fui. Mas pela minha tristeza somos hoje a criação do mundo e sustentamos esses medos, e calunias que nos trazem angustia de viver... Então me perguntam o que se faz para viver com a inocência de uma criança de novo?
Viva um amor profundo que não estabeleça preceitos ou pré-conceitos, seja uma criança ao colo que quem se ama, jogue para fora todo o choro e o medo guardado ao peito de que te quer e vive ao seu lado...Não se conforme com as brigas e problemas segure a mão de que esta te acudindo, restabeleça a virtude ao amor de quem ti ama. Ame como um escravo ame como um rei mais não deixe de amar, eu vivo isso com um amor que me faz á cada dia viver á minha inocência, e me traz minha vida sem nenhum tipo de vergonha de ser aquela criança que logo me lembrei, e sou grato por cada passo que dou hoje sem que me pegue pensando no que vai ser dito ou até mesmo sentenciado por alguém ou até mesmo por mim. Sim, pois o julgamento não esta fora e sim dentro o que cria um holocausto intimo ao ser que não tem refugio ou até mesmo uma válvula de escape. Então a minha dica é AME e viva a inocência de uma criança em seu amor e na plenitude de teus sentimentos crie, invente, aventura-se sem planejar nada somente ame e permita ser amado. Porem lembre-se faça tudo isso com a outra criança que se encontra ao teu coração, pois quando amamos de verdades tornamos crianças um pleito fora desta realidade outro mundo de novas verdades e a criação de novos sentimentos. Eu Amo, e de tudo que hoje eu tenho e sou é por amar uma criança que me permitiu ser criança, e andar ao lado dela descendo aquela rua para podermos brincar juntos e eternamente viver aos seus cuidados, sorrindo das brincadeiras mais sem graças, beijar em momentos sem utopia, mas sempre estaremos ali naquela rua que nos almeja o prazer de viver a infância e nos alimenta a cada dia pela esperança de estarmos sempre juntos. Que nesta rua alguns chamam de paraíso outros de amor eu chamo esta rua o nosso lar

aonde sempre com você quero estar..

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Lembranças


Lembrança que em seu vigor tem vida otimiza o passado e mata no presente. Você já pensou como certas lembranças são justamente aquela forma para matar a ausência ou a falta de algo...
Jamais nos lembramos de algo ruim, ou decepcionante que nos acarreta a vida ao mal estar, já matei e já fui morto por lembrar demais de minha vivência fora deste mundo. Mas o que fazer se você esta ali e não pode podar pela raiz o fato de estarmos sentado e esperando respostas, malditas lembranças aquelas que se fez na hora errada em minha mente. Assim posso estabelecer um ato irrelevante em minha mente porem relevante na vida da outra ou outro seja qual figura extinta em sua lembrança. O que podemos fazer para que começamos a lembrar do dia anterior com a pessoa que se ama, ou com as pessoas com qual se vive, no mundo que estamos, enfim tantas outras lembranças como quem fez aniversaria há uma hora atrás e não se comemorou, não se lembrar da festa cujo se foi a uns cinco anos atrás e desfrutar com o mesmo gozo e empáfia no momento que se esteve lá ou o que se fez.
Engraçado que muito de nós nos lembramos das funções que exercemos no passado desfrutando no presente, a quem pense que a historia inserida em nossas vidas é através do passado, penso que as nossas lembranças incubem a mortalidade que instiga nossa mente. Percebem que ao lembrar a saudade fica, pois ao lembrar-se de algo que nos remeteu ao sofrimento dirigida de um ser X para sua pessoa Y você vai lembrar ligeiramente não do que te atingiu, logo na pessoa X vem àquela sensação de raiva, desconforto, tristeza porem logo após a tristeza vem à estima pela pessoa X os momentos que se viveram juntos, as coisas que se foram ditas, o prazer estimado seja ela por estar ou amar até mesmo posso dizer desprezar em algum momento. As lembranças de certa forma atingem o elo entre o fato X que simboliza a falta que em alguma estância vai ser presenciado pelo ser Y que talvez esteja já ligado a um objeto W, e a abstração da exactidão de uma tristeza mal amparada entre esse conjunto. Alguma vez em nossas distintas vidas já passamos pelo ser X em uma lembrança de alguém Y que atingiu um objeto W, pôr dificilmente sabemos quando se trata de sentimentos ainda mais quando o sentimento recitado é o amor, digo pelo fato de que vai ser raro a ser Y chegar antemão e dizer lembrei-me de você X com tanto amor e carinho, dificilmente acontece ou ira acontece o ser humano tem uma relutância consigo mesmo que na atmosfera sentimental destes é o ego, controle, segurança, orgulho e medo. Esperamos e até mesmo imaginamos que isso possa algum dia acontecer porem de fato ao instante que se vive acabamos e esquecemos tal como uma porta que se fecha entre uma sala vazia e uma janela aberta e com o vento fecha a porta e nunca mais se abre. Engraçado que neste momento você leitor deve estar estabelecendo ou já estabeleceu em sua mente uma memória de algo, alguém ou momento que se viveu, fique tranqüilo já me disseram que mexer com a capacitação humana é acabar de matar a vida de um ser em questão de segundos pelo fator de nós não podermos controlara nossa ignorância animal. E quando o ser Y lembra do ser X e cai em comparação com o objeto W e ainda o sentimento correspondido é a irrelevância dos sentimentos do objeto W, pior fato porem meu caro leitor isso existe e muito a realidade é poucos seres W instiguem a vertigem do ser Y para falar a lembrança que se teve, por isso aqui descrevo o ser W como objeto. Pouco se fala sobre este artefato que machuca, pois isto é pouco lembrado ou até mesmo esquecido cai na falha da memória e não queremos prosseguir adiante porem daqui para frente pense e lembre qual é ou esta sendo o seu papel, nessa conjuntura utilizei letras um esquema de auto compreensão porem você pode ser muito bem qualquer representatividade até mesmo um ator você já se perguntou em qual papel você esta inserido aquele que lembra e retrai ao esquecimento, ou será aquele que lembra e tem um objeto sempre ao curto alcance para trazer seus devaneios e traumas e com isso traumatizar e ressaltar o impacto sobre tal ser. Até mesmo em qualquer instância todos nos já vivemos e qualquer um desses papéis uns em palcos e mundos diferentes porem com os mesmos personagens. Hoje em grande maioria passamos a ser os Senhores e Senhoras Ws que em uma forma espessa reutiliza desses artifícios para viver ao lado de quem se ama. Choramos calado por falta do que sentir e lembramos-nos do que já fomos e ansiamos por algum dia sermos diferentes até mesmo melhores em posição de não vivermos mais para matar aqueles que ao nosso lado nos cura na dor e nos cobre ao frio..Lembre-se a vida é um caso sem causa e feito de lembranças que te mata ou que você atinge para matar, em tudo seremos expostos sempre á mediocridade de seres que com suas lembranças acabam com nossas existência para que um dia possam e pensem em esquecer de nos. Porém lhes digo caro leitor a vida ela é insana e imoral nada se é esquecido tudo é uma questão de ordem e vivência com tempo para voltar a tona em torno da realidade e expressarmos o que realmente temos e vivemos hoje ou em algum dia. Somos-nos a lembrança que um dia se apagou no escuro de um canto do mundo, quando a chama clareia as formas exactas da vida tornamos á ser seres REAIS, e com isso enfim morremos ou matamos jamais pela inocência talvez pelo desespero eu acredito em uma maldade natural que estabelece o forma de nossas vidas. Relacionar-se para a culpa é extremamente hábil do homem que de si sente-se só, porem a culpa sempre vem habilmente para que tenta se correlacionar-se com o homem que esta extremamente sozinho.
Lembre-se!!!

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Mortalidade



Sempre nos apegamos a algo que de fato ira nos machucar, tal como o segredo do amor é como o estar em fuso á ou com alguém. De fato nossos sentimentos colocados postos em verdadeiro segmento nas escolhas supostamente certas correlacionam a uma futura dor seja ela coesivo ou cancerígeno o que na verdade buscamos é a inércia de se estar e fazer bem, o tal "comodismo” e até mesmo nessa busca o imediatismo que nos faça o bem e não pensamos exatamente no que ocasiona este fato de se estar bem um futuro de se ficar mal.
Somos animais que instigamos o ego e matamos logo ali a alma, nossos extintos primitivos nos co-relaciona com a dor da perda em méritos de alguém ou a morte a um ser. O que podemos nos inserir a explicação de que a verdade é sublime sempre antes da mentira implantada pelos desejos capciosos da maldade enfatiza de nossos medos. Quais são os medos que vivenciamos e a um passo esquecemos se isso acontece então precisamos enxergar o que e quem está tentando enganar nós com os nossos primitivos e meros sentimentos ou o mundo com a ótima sensação de estarmos indo sempre a frente com a vida? E quem enfim terá a explicação para nossas lágrimas que caem à terra súdita lágrimas sem cor, sabor ou cheiro quando a dor exclamar e matar nossos medos?
Talvez devessem achar a fonte de nossos traumas criando outros medos para que não possamos ver nada mais alem daquilo que nos foi implantado fora de nossas razoes e criações, com tudo veremos a cor e as nossas cicatrizes feitas pela historia de um mundo que jaz morto pelo que vivenciou, não temos a cura somente promessas e novas e falsas esperanças de morrer feliz. Esta é a razão de nos fazermos um pouco mais dignos e morrermos como quem realmente somos animais que criam e crêem na virtude da felicidade porem sem razão.