
As dinastias dos sentimentos se sucumbem em uma esfera peculiar que retrata a hipocrisia reflexa á uma hierarquia de medos e preconceitos orgulhosos em uma infame carência de felicidades, os palmos se escondem para negar o sangue que demonstra em suas linhas de meridianas mortes. O retrato da vida social é escorado em formas instanciais de plágios contextualizados do ver e mover da realidade banal e avulsa dos parâmetros deslumbrantes das paredes imaginárias.A revolta não é um medo com formas obliquas que se da visivelmente na abóbada crucial da alma e sim um retiro do ser palpável para o encontro dos distintos mundos significativo e fictício, sendo prudente a invasão da verdade tendenciosa as lagrimas de representatividade da dor sem a fala perplexa, contínua no encontro do mundo significativo. O alicerce é a mentira do mundo chamado ficção que afaga por um tempo determinado a lucidez do real e impuro veneno entrelaçado nas veias abertas que pulsam o coração de um anonimato “ser” que transgride ao contexto limitado dos sentimentos falsários. O corromper das interligações auditivas fazem com que o tudo fique mais claro ao desprezo do saber racional, dificultando assim o acesso ao respaldo para conhecê-lo do mundo significativo dos outros seres que habitam na mesma órbita celeste, com isto presenciamos um caráter antagônico de repudio no compacto individualista do significar ambulante resquício que podemos assim chamar de mundo. A presença da lucidez no mundo de ficções e facções determina o sentido do termo felicidade, pois a busca é inconstante na orla sentimental a luta de maior Constancia, portanto é o extrair do significativo um prévio deslumbro de uma constante ficção para o tornar da realidade. A vontade de abrir o coração é afagada pelos instintos animais de maior força e brutalidade persistente no mundo significativo que assim bruscamente a vida é tirada pelo o afagar do querer, sentir, tocar que corresponde o mais súbito e transtornado som de uma orquestra silenciosa que expandi o ecoar exprimido em gotas de choro que representa a forma exata do perder os sentidos do amar. A loucura transgride as leis da natureza por que a natureza infelizmente não sabe o que é o repulsar de um contentamento voraz administrado pelo eco do ser coração. Há! Mais o dia que a natureza descobrir, os mundos que se encontram paralelos vão se unir, pois isso será o transcrever das almas que se incendeia com a chama repulsora do prazer que até agora aqui descrevi que é viver intensamente sem retratar-se com o destino. Ou talvez continuar na mesmice dos ensinamentos dos velhos e antiquados senhores da vida e não corromper-se jamais com o complexo vital de tua razão e proeza de um ser inadequado para um sujeito inútil de meros prazeres e sentimentos para com seu mundo continuo. Preferível eu em minha insana e complexa vitalidade e viver coeso do que determinarem o meu espaço e comandarem o que sou e posso fazer, por isso vivo em um Anonimato Complexo Vital...

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